O Governo
Regional, através da Secretaria Regional de Saúde e Proteção Civil, promoveu esta quarta-feira. 5 de Fevereiro, a 10.ª reunião da Task-force Regional de Luta contra as
Novas Substâncias Psicoativas (NSP).

Este
grupo de trabalho, liderado pelo secretário regional de Saúde e Proteção Civil,
Pedro Ramos, integra representantes de 15 entidades públicas de diferentes
áreas de intervenção.

A reunião contou com a participação da Secretária-Geral do
Sistema de Segurança Interna, Patrícia Barão, que se encontra em visita de
trabalho à Região.

Estiveram, ainda, presentes representantes de todas as entidades da saúde,
judiciais e forças de seguranças que diariamente lidam com este flagelo social.

Os trabalhos
iniciaram-se com uma breve apresentação do histórico das NSP na Região Autónoma
da Madeira, acções desencadeadas para travar o seu crescimento na Região e
apresentação da estratégia regional levada a cabo com o objectivo de reduzir
cada vez mais a sua circulação.

Esta
apresentação foi da responsabilidade do coordenador da Unidade Operacional de
Intervenção em Comportamentos Aditivos e Dependências, Nelson Carvalho.

Pedro
Ramos destacou o momento para agradecer o trabalho realizado por todas as
entidades na luta contra a introdução de novas substâncias. Enumerou um
conjunto de acções levadas a cabo pelas diferentes entidades, nomeadamente a
implementação do Laboratório da Polícia Científica da Madeira, desde Julho de
2023. "Um marco muito importante o qual já permitiu identificar ao fim de mais
de um ano de actividade sete novas substâncias, nunca detetadas em Portugal", refere nota enviada pela Secretaria Regional de Saúde e Protecção Civil.

"Todos
os participantes neste grupo de trabalho reconhecem a agilização de circuitos e
a maior proximidade alcançada desde o início de trabalho por parte desta
task-force", acrescenta ainda.

O
trabalho de luta contra a circulação de novas substâncias psicoativas irá
continuar com um conjunto de acções que estão a ser ultimadas para concretizar a
sua implementação.

"O
objectivo está claramente definido e consiste em reduzir a circulação, consumo e
tráfico destas substâncias na Região Autónoma da Madeira em prol da saúde,
segurança e bem-estar de todos", remata a nota.