Entre o final de novembro e o início de dezembro assistimos, mais uma vez, ao ritual anual das escolhas das especialidades médicas. Recém-formados, heróis — perdão, sobreviventes — da Prova Nacional de Acesso (PNA), escolheram a sua especialidade e o hospital onde passarão os próximos anos… a aprender, a trabalhar, ou, com alguma sorte, a dormir ocasionalmente.

2025 contou com um “feito histórico”: pela primeira vez, houve mais vagas que candidatos. E mesmo assim, houve quem preferisse não escolher nada. Resultado final: 469 vagas desertas. O pior cenário de sempre — e não, não é exagero.