“Um dos grandes desafios da
Europa, face a uma população que está cada vez mais envelhecida, é garantir que
existam apoios, incentivos e programas especificamente destinados às famílias
para que estas possam ter condições de ter filhos ou mais filhos, no caso de já
terem algum, medidas essas que atendam aos novos modelos de trabalho, à
flexibilização laboral, às novas estruturas familiares e à forma como estas
têm, hoje, de compatibilizar as suas diferentes responsabilidades” afirmou,
hoje, a candidata pela AD – Aliança Democrática, Rubina Leal.
Rubina Leal lembrou que
“sem crianças, sem as novas gerações, não podemos construir ou sequer
equacionar o futuro”.
A candidata fez questão de afirmar que só uma estratégia comum e transversal aos
vários países que integram a União Europeia seria capaz de combater o “inverno
demográfico” que a Europa atravessa.
O problema não é termos mais
idosos, o problema é não nascerem crianças e termos um desequilíbrio tão grande
nesta matéria que não é, apenas, um problema de Portugal, mas, sim e neste
caso, da larga maioria dos 27 Países que compõem a União Europeia".
Deixou ainda claro que, embora respeitando as diferentes especificidades de cada
País, seria importante que houvesse “uma estratégia comum, concertada e capaz
de ser replicada aos vários Estados-Membros”, incentivando-os a cumprir, também
nesta área.
“Da nossa parte – até porque
esta é uma das prioridades assumidas pela AD Aliança Democrática – tudo faremos
para colocar este tema na agenda de trabalhos da União Europeia, até porque
esta é e deve ser uma preocupação para a qual devemos olhar de forma conjunta”,
reforça.
Por fim, lembrou que, nesta matéria, a Região já tem
alguns exemplos de apoios e incentivos à natalidade que, todavia, carecem de
ser olhados e trabalhados, no futuro, numa perspetiva global e europeia, para
terem ainda maior eficácia e resultados a favor do futuro que importa garantir.
