A necessidade de uma política de continuidade e
competente, levou Daniel Sousa a salientar o extraordinário trabalho e
compromisso do companheiro Eduardo Jesus que ao logo destes anos vestiu o fato
de macaco e foi pela ilha fora conhecendo cada associação, cada agente
cultural, cada artesão, mapeando, construindo pontes e tornando-se um pilar de
referencia e de confiança de um sector que se sentia ate então usado e abusado
apenas e só quando era preciso ir à caça ao voto.
Em sete anos da sua governação os números da governação
de Eduardo Jesus “são de facto impressionantes” ao dar conta que o secretário
regional do Turismo e Cultura esteve em mais de 2300 actos públicos na área da
cultura, onde se inclui a celebração de contratos de apoio, exposições,
eventos, festivais, concertos, lançamentos de livros, aberturas de congressos e
palestras, residências artísticas, atribuição e recepção de prémios, aquisições
de peças para museus, doações e depósitos, adesões ao catálogo de bibliotecas, entre
outros.
Nas contas de Daniel Sousa “gerou em clipping mais de 84
mil notícias. Não só é notável, como só esta ao alcance de quem sente e pratica
o serviço público na primeira pessoa”, destacou.
A conclusão parece óbvia: “Nunca a cultura teve uma
exposição mediática tão grande na Madeira”
Para o destacado membro dos TSD Cultura “enquanto uns
vestem ‘fato de macaco’ e constroem pontes, outros criam barreiras e perseguem
quem mais faz para acontecer por ego desmedido”.
Argumentos para defender, numa menção a Miguel Albuquerque
e Pedro Calado, que "quando atacam um, atacam todos”, concluiu.
