"O que perspectivo para o próximo ano é que seja melhor do
que este, em termos de estabilidade política. Não sei o que se vai passar a
partir de amanhã", começou por referir o presidente do Governo Regional.

Diz que o que tem constatado é que as pessoas querem
continuar "as suas vidas".

"Não querem turbulência, não querem imprevisibilidade,
querem que a Região continue a crescer economicamente, que se mantenham os
baixíssimos índices de desemprego e que, no fundo, os investimentos não parem",
disse após os cumprimentos e votos de Natal ao bispo do Funchal, esta manhã.

Acrescenta ainda que se a Moção de Censura for aprovada "vamos solicitar e requerer eleições".

A situação actual causa "instabilidade, turbulência e é
prejudicial à vida de todos nós", disse Miguel Albuquerque.

No caso de eleições e de um possível entendimento com o CDS,
Albuquerque garante que não se deve pôr "o carro à frente dos bois" e esperar por amanhã.