
Imaginemos um Governo onde metade dos seus membros, incluindo o seu presidente, foram constituídos arguidos por suspeitas de corrupção. Suspeitas de corrupção em diferentes processos, relativos a casos graves da sua governação. Presume-se que qualquer cidadão pensaria que tal gravidade e circunstâncias ditariam um mínimo de decência política, e a demissão imediata de funções por iniciativa desses próprios governantes. Esse Governo em qualquer sítio do mundo não teria quaisquer fantasias de tentar sobreviver.