A Protecção Civil Municipal de Santa Cruz realiza desde ontem um exercício que visa acudir a uma emergência municipal com derrame de combustível inflamável, numa operação que implica o empenho de várias valências, desde os bombeiros a outros meios.

"Na sequência da ocorrência de derrame de JET A1 (Querosene), seguido de incêndio, com extravasamento para a bacia de retenção que provoca uma descarga para a conduta emissária que descarrega para o mar, nas instalações da POOL-GOC Repsol no aeroporto Cristiano Ronaldo, tendo como consequências, inalação de fumos tóxicos, contaminação da água, contacto com substâncias tóxicas, poluição do mar, é declarada a situação de alerta pelo Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz", começa por situar a nota do exercício.

Assim, é decretada a "activação do Plano Municipal de Emergência de Proteção
Civil" que "estabelece os procedimentos a adotar
para a coordenação técnica e operacional dos serviços e agentes
da Proteção Civil, bem como dos recursos a utilizar, determinando ainda os procedimentos
de coordenação da intervenção dos agentes
de proteção civil", informa.

Note-se que "todos os cidadãos e demais entidades estão obrigados a prestar à autoridade de proteção civil a colaboração pessoal que Ihes for requerida, respeitando as ordens, orientações e solicitações que Ihes sejam dirigidas, correspondendo a recusa do seu cumprimento ao crime de desobediência" punido por lei.

Acresce que "os Serviços
Municipais e todos os trabalhadores municipais estão mobilizados, sem qualquer reserva,
para todas as ações inerentes à Proteção
Civil, da iniciativa de qualquer agente
da Proteção Civil", aponta.