Micaela de Freitas referiu que houve um período de transição
de seis meses para que os trabalhadores recebessem formação e para que se
adaptassem ao trabalho no Lar Bela Vista. A presidente do ISSM afirma que todas
as associações que gerem lares na Madeira têm capacidade para tal.
Esclareceu ainda que apenas foi dada formação a um trabalhador,
por ter sido o único a ser indicado pela associação Atalaia Living Care para
tal.
Por seu lado, a deputada Marta Freitas, do PS, questionou qual
a especificidade para que a concessão do lar Bela Vista seja de 20 anos, ao
contrário dos 3 anos do Lar de Câmara de Lobos. A socialista quis saber como é calculada
a diárias deste lar.
A presidente do ISSM explicou que tal decorre do modelo de
atribuição de gestão de respostas sociais. O lar de Câmara de Lobos tem um
contrato ao abrigo de um outro programa, que segue um modelo diferente.
O financiamento é cedido tendo em conta a ocupação de 180
camas, tendo em conta a capacidade operacional. “Se no decurso das obra do PRR
a capacidade aumentar, será revisto”, esclareceu.
A presidente do Instituto de Segurança
Social da Madeira, Micaela de Freitas, está a ser ouvida no âmbito de uma audição
parlamentar convocada pela 7.ª Comissão Especializada Permanente de Inclusão
Social e Juventude que visa esclarecer questões relacionadas com o
Estabelecimento Bela Vista, no Funchal.
