Na
sequência de um Processo Disciplinar instaurado pelo Conselho de Disciplina da
Federação Portuguesa de Futebol, Rui Fontes foi condenado a uma sanção de 40
dias de suspensão e, acessoriamente, condenado a pagar uma multa de 3.570
euros. Esta sanção, agora aplicada pelo CD, reporta-se às declarações
proferidas na Sala de Imprensa do Estádio do Marítimo, após o jogo frente ao
Vitória de Guimarães, disputado a 29 de Abril e que acabou com a derrota
verde-rubra (1-2). Nessa atura o presidente do Marítimo criticou fortemente o
trabalho da equipa de arbitragem e falou na “mão invisível” que impedia a
equipa de subir na classificação.

Refira-se
que este processo resulta de uma participação do Conselho de Arbitragem da FPF.

Igualmente
na conclusão de um processo disciplinar instaurado ao Marítimo, por eventual
apoio a um grupo de adeptos organizado não registado, foi a SAD maritimista
condenada pela prática de uma infracção disciplinar, nos termos do art. 118º,
por violação dos deveres e dos princípios, estando agora obrigada ao pagamento
de uma sanção pecuniária no valor de 8.925 euros.

Jogo
com o Benfica ainda rende mais de 3.000 euros em multas

Mas
o Marítimo foi ainda condenado ao pagamento de mais sanções pecuniárias.
Estas ainda referentes ao jogo com o Benfica, nos Barreiros, e que se reporta à
entrada em campo, no final desse jogo, de duas crianças na busca de camisolas
de jogadores ‘encarnados’. No seu cúmulo jurídico, foi a SAD do Marítimo
condenada a pagar 3.002 euros. Ainda José Luís Pestana Mano, na condição de
Director de Campo e pela mesma razão, terá de pagar uma sanção pecuniária no
valor de 357 euros