Foi esta sexta-feira, 21 de
Abril, apresentado o Plano Regional de Saúde 2021-2030, um documento que,
conforme deu conta o secretário regional de Saúde e Protecção Civil está alicerçado
em quatro eixos, a prevenção, a promoção, a protecção e o progresso.
Aos jornalistas, Pedro Ramos
destacou o eixo do progresso, evidenciando os investimentos que estão previstos
para as novas unidades de saúde que já estão em construção ou projectadas, como
seja o novo Hospital Central e Universitário da Madeira e a nova Unidade Local de
Saúde do Porto Santo.
Ainda no quadro da inovação em
saúde, o governante enfatizou a aposta que tem vindo a ser feita na formação
dos recursos humanos e a melhoria dos dispositivos médicos e imagiológicos, elementos
integrantes do compromisso que o Governo Regional assume com os madeirenses a
partir deste documento orientador.
Melhorar os indicadores é um dos
objectivos traçados até 2030, devendo beneficiar do que o secretário da Saúde
diz ser a “segurança total”, a “qualidade total” e a “acreditação total” do
sistema de saúde.
Pedro Ramos assegurou que o
Governo Regional está empenhado em encontrar e assegurar “melhores respostas” que
vão, depois, reflectir-se na melhoria dos indicadores de mortalidade e
morbilidade.
Tal como o DIÁRIO já havia dado
nota em Janeiro, este Plano pretende diminuir em 15% a mortalidade registada na
Madeira, até 2030, bem como reduzir a morbilidade associada a algumas doenças,
como sejam as artroses (-18,2%) ou as dores lombares (-31,8%). A redução dos
casos de depressão (valores inferiores a 10,4%), da doença coronária (abaixo de
4,9%) e dos AVC’s (inferiores a 1,5%) está também considerada neste documento,
entre outros.
A apresentação do Plano Regional de Saúde 2021-2030 esteve ao cuidado de Bruna Gouveia. A subdirectora regional da Saúde evidenciou que neste plano estão vertidos os contributos de vários parceiros, a partir dos quais tudo foi pensado para que a Madeira seja uma região saudável, segura, sustentável e inovadora, conforme apontou.
