Rafael Brito considerou normal
a contestação dos adeptos à equipa, neste momento difícil em que a mesma
mergulhou na classificação da I Liga. “Os adeptos que reagem desta forma, pois
são eles quem sentem mais o clube e que acompanham a vida do clube. Nós,
profissionais, damos a cara no campo e somos, no fundo, o espelho dos
adeptos. Não tem havido resultados e é normal que eles protestem, porque têm
razão”, disse o médio português à margem da visita que, ontem, o Marítimo fez à
Escola Básica e Secundária de Machico.

O jogador maritimista assegura
que “todos nós prometemos que as coisas vão mudar e vamos dar a volta por
cima”, apontando já as baterias para o jogo deste sábado, diante do Santa
Clara. “É um jogo importante, que estamos a encarar com toda a seriedade, para
mais tratando-se de um dérbi insular, mas vamos entrar a todo o gás, pois em
casa temos sido fortes, apesar de ter perdido os últimos dois jogos, mas em que
demos uma boa resposta. Agora tudo vamos fazer para que a vitória fique em
casa”, sustenta o jogador português.

Rafael Brito, de 21 anos, está
no Marítimo emprestado pelo Benfica, mas as sucessivas lesões têm travado a sua
evolução. “Não foi a época que idealizei, mas agora estou recuperado e desejoso
de dar o meu contributo à equipa se assim o treinador entender”, sublinha.

Uma comitiva do Marítimo
deslocou-se, na tarde de ontem, à Escola Básica e Secundária de Machico, em
mais uma visita que visou dar continuidade à presença do clube junto da
comunidade escolar. Dessa comitiva fizeram parte os jogadores Rafael Brito,
Félix Correia e Pedro Teixeira, da equipa A, mais um dos adjuntos de José
Gomes, na circunstância Cláudio Lopes, ainda Fernando Gomes e Rúben Sousa
(equipas B e sub-23) e Mariana Oliveira, da equipa feminina.