O ano que se aproxima pode ser o ano da grande mudança
política de que o país precisa, desejo manifestado pelo CHEGA-Madeira através
de comunicado enviado às redacções.

“É isso que o CHEGA-Madeira acredita, sendo mesmo por
isso que olha com grande confiança para as eleições legislativas marcadas pelo
presidente da República para o dia 10 de Março”, reforça. “O plebiscito estava
inicialmente previso ara 2026, mas foi antecipado pelo pedido de demissão
apresentado pelo primeiro-ministro António Costa, na sequência de vários
escândalos e situações menos esclarecidas que envolveram membros do seu governo
e do seu próprio gabinete, os quais estão sob investigação”, recorda.

“Já em preparação do próximo acto eleitoral, o PS escolheu
uma nova liderança e apresenta como candidato Pedro Nuno dos Santos, justamente
um dos antigos ministros de António Costa, que se demitiu por causa de um
processo envolvendo a TAP. Já o PSD e o CDS estabeleceram uma coligação
pré-eleitoral e apresentam-se aos eleitores sob a sigla de ‘Aliança
Democrática’. Por sua vez, o CHEGA tem vindo a dar sinais claros de
crescimento, conforme indicam todas as sondagens, mas ainda irá realizar uma
Convenção Nacional. O evento está previsto para os dias 12, 13 e 14 de Janeiro,
em Viana do Castelo, devendo confirmar André Ventura como líder e candidato
pelo partido a primeiro-ministro de Portugal”, adianta o partido.

Atento a toda esta situação, o CHEGA-Madeira olha para 10
de Março como uma data que pode sinalizar uma mudança política no país. Aliás,
para Miguel Castro, presidente do CHEGA-Madeira e líder da bancada parlamentar,
“Como tantas pessoas, sentimos que há uma grande percepção em todo o país que
as coisas estão mal, que fomos arrastados pelo PS para uma situação deveras
pantanosa e que apenas uma mudança significativa pode colocar o país numa rota
de crescimento económico e de dignidade social, que é algo que não existe neste
momento.”

Na mesma linha, o responsável pelo CHEGA-Madeira critica
o PS pela gestão incompetente que tem feito do país e o PSD pela incapacidade
de ser afirmar como verdadeira oposição. “O PS colocou o país a saque dos
grandes grupos económicos e de certos interesses privados, criando o caos total
em sectores nevrálgicos, como a Saúde, o Ensino, a habitação, a imigração, a
segurança interna, a coesão social e tantas outras áreas nas quais o país está
totalmente paralisado, muito por culpa de decisões erradas e posturas
inaceitáveis da parte de António Costa e os seus companheiros de caminho. Já o
PSD mostra estar muito mais preocupado com o CHEGA do que com a construção de
uma alternativa ao governo socialista. Fá-lo porque o que lhe interessa é
conquistar o poder pelo poder, mas não está minimamente preparado para ajudar o
país a construir um futuro de sucesso e prosperidade.”

A concluir, Miguel Castro reitera a determinação do CHEGA
em lutar contra os problemas instalados e dar ao país um novo começo. “A
incompetência e má-fé de tantas lideranças que têm estado à frente do país
trouxeram-nos a este ponto de grande necessidade e arrastaram-nos para a
pobreza generalizada. Da nossa parte, estamos prontos para dar a Portugal um
novo rumo e para dar aos portugueses de bem, que trabalham e pagam os seus
impostos, o país que precisam e merecem”, concretiza.