O presidente do Governo Regional não estava à espera de outra decisão por parte do Ministério Público (MP) que não fosse o arquivamento das muitas queixas apresentadas à Comissão Nacional de Eleições (CNE) contra membros do governo, e em particular, contra o próprio, durante a campanha eleitoral para as Regionais 2023.
"A campanha eleitoral normalmente leva a um exacerbado de emoções e então este ano deram para fazer queixas a torto e a direito" ao ponto de ironizar que chegou a ir a inauguração munido de fita cola que seria para pôr na boca para não dizer nada.
Miguel Albuquerque considera normal haver queixas que diz resultar do "calor eleitoral", embora considere que este ano foi demais a contestação de que foi alvo pelos opositores.
"Este ano houve exagero" por considerar que desde que o titular do cargo político não faça apelo ao voto, não há justificação para ser alvo de punição pela CNE.
Reforça que a sua obrigação é a de divulgar o trabalho realizado e a obra feita, enquanto presidente do Governo, mesmo sendo recandidato, como foi.
