Humberto Vasconcelos acredita que a providência cautelar apresentada pela Associação Cívica Para a Defesa e Protecção da Floresta Laurissilva (DPFL) não deverá pôr em causa a continuidade do projecto previsto para o Caminho das Ginjas.
Isso mesmo deu conta o secretário regional de Agricultura e Desenvolvimento Rural ao DIÁRIO, salientando que o Executivo madeirense “está preparado para este tipo de interferências por parte de algumas associações”, ainda que estas tenham “pouca credibilidade ambiental”.
No entender do governante, “todo o processo tem sido transparente”, e de acordo com a lei, cabendo agora à Secretaria dar as respostas necessárias para esclarecer o tribunal, situação, que, no seu entender, não deverá impedir o avanço da "requalificação", entendida como uma “mais-valia” que vai permitir que toda a população tenha acesso à floresta Laurissilva.
No mínimo, o projecto que estava em fase de pré-qualificação e apresentação de propostas sofre alguns atrasos, dependendo da celeridade com que o Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal vai abordar o caso.

