Os assistentes operacionais e os
assistentes técnicos da área da Saúde na Madeira pedem uma carreira própria,
atendendo às especificidades das funções que desempenham, um pouco à semelhança
do que acontecia antes da uniformização das carreiras da função pública. Pedem,
também, aumentos salariais e um reforço das equipas, com contratação de mais trabalhadores.
Foi com estas reivindicações que os trabalhadores partiram para uma jornada de
greve, que hoje decorre na Madeira, e que terá, amanhã, maior expressão a nível
nacional.
No entender dos sindicatos que
convocaram a paralisação – SINTAP - Sindicato dos Trabalhadores da
Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos e SFP - Sindicato dos
Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas – a
greve desta quinta-feira tem, para já, uma boa adesão por parte dos
trabalhadores, na ordem dos 50 a 60%.
Em declarações ao DIÁRIO, Nélson
Pereira, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e
Regiões Autónomas (SFP), alertava, também, para a necessidade de melhoria na formação
disponibilizada a estes profissionais, sobretudo os que estão no início da carreira,
bem como a garantia de fardamento e material de protecção adequado para as
funções que desempenham.

