No dia em que se celebra o Dia Mundial da Terra, o investigador João Batista deu uma palestra no Porto Santo, subordinada ao tema 'VAMOS OLHAR PARA O CHÃO QUE PISAMOS'.
"Temos que pensar o que é
viver numa ilha e, muitas vezes, não pensamos nisso”, disse.
E acrescentou: "Temos de deixar este legado de 602
anos às
gerações vindouras e não podemos ter uma atitude egoísta. Se a terra, rocha ou areia forem mal geridas vão deixar de existir na Natureza para as gerações vindouras”.
Para o investigador da Universidade de Aveiro, “é muito
importante termos esta ideia lançado pelas Nações Unidas".
"O homem tem
de pensar verdadeiramente, pensar globalmente e agir localmente, porque cada um
conhece a realidade à sua escala, e quanto for mais pequena for a ilha, maior
tem de ser a inteligência do homem em poder gerir os recursos naturais não
renováveis e deixar esse legado às gerações vindouras, não podendo ter uma
atitude egoísta de pensar que chega para si e fechar a porta", concluiu.

