Este ano foram agraciados, com um Louvor, seis Policias Florestais, que demonstraram zelo excepcional no cumprimento dos seus deveres.

Foram ainda reconhecidos, com a atribuição de um Elogio, 13 Policias Florestais, que se distinguiram através da sua dedicação, conduta, compostura e aprumo no exercício das suas funções.

Albuquerque reiterou que na Região a Polícia Florestal continuará a ser uma aposta do Governo Regional, ao contrário do que "infelizmente" acontece no continente, com a extinção deste Corpo em 2006, um "erro político que o país já está a pagar muito caro. Aqui isso não irá acontecer", assegurou.

Albuquerque elogiou o "trabalho dedicado, competente e empenhado" dos policias florestais, para reafirmar "confiança, estima e admiração " pelo trabalho desempenhado por estes no dia-a-dia. Trabalho que mais do que uma profissão "é uma vocação".

Agradeceu o "serviço inestimável" prestado à Região nos mais de 100 anos de existência, por reconhecer que a acção destes polícias "muitas vezes é solitária, incompreendida e até desconhecida". Ainda assim diz granjear junto da população "respeito, admiração e credibilidade", disse.

A Praça do Povo, no Funchal, é palco da cerimónia de 109. aniversário do Corpo de Polícia Florestal.