O líder parlamentar do CDS-PP, António Lopes da Fonseca, destacou hoje a importância do dia 25 de Novembro para a Madeira e para o país em geral.

Já lá vão 47 anos
desde que um conjunto de homens corajosos como os militares Jaime Neves, Melo
Antunes e Ramalho Eanes, e os civis, Mário Soares, Sá Carneiro e Freitas do
Amaral fizeram o 25 de novembro e derrotaram os que queriam implantar uma
ditadura comunista em Portugal. Recuar ao 25 de
novembro de 1975 é recordar os desmandos da revolução, os saneamentos, as
perseguições, os mandatos de captura em branco, as listas negras, as ocupações
selvagens, as nacionalizações e o desastre que foi a descolonização.
— António Lopes da Fonseca, líder parlamentar do CDS-PP

António Lopes da Fonseca destaca que esta data permitiu abrir "o caminho à consolidação da democracia em Portugal e que foi o
25 de Novembro que permitiu abrir as portas à criação das Autonomias da Madeira
e dos Açores".

Se o 25 de Abril
representou o final de uma ditadura da extrema-direita, o 25 de Novembro marca
o fim da tentativa de impor aos portugueses uma ditadura da extrema-esquerda. É por isso que,
para o CDS, faz todo o sentido, e sem complexos, relembrar e assinalar o 25 de Novembro. Sem esta data histórica, muito provavelmente, não existiria esta
casa-mãe da Autonomia que é a Assembleia Legislativa.

O parlamentar afirma que "é justo" lembrar
que, também aqui na Madeira, "muitos democratas se opuseram aos avanços dos
partidos da extrema-esquerda e ajudaram o país a trilhar os caminhos da
liberdade e da democracia, e abriram as portas à Autonomia".

Passados quase 50
anos do 25 de Abril e do 25 de Novembro, o CDS considera que já é hora de que
os nossos jovens aprendam nas escolas a importância destas duas datas e não
apenas de uma delas, pois ambas se complementam quando historiamos a democracia
em Portugal. Sem o 25 de Abril complementado
com um 25 de Novembro não teríamos democracia e muito menos Autonomia na
Madeira.