"Há mais de dois anos que falamos neste
triângulo de violência e morte - drogas, álcool e segurança. E que a voz não nos doa para o continuarmos a
fazer", começa por referir a Iniciativa Liberal Madeira através de uma nota de imprensa.
As soluções que, na nossa opinião, ultrapassam o horizonte eleitoral passam por rapidamente, e já vamos tarde, aquilo que propormos: interdisciplinariedade, empenho,
querer, esquecer a politiquice do mandato, olhar o futuro".
O que temos
é uma perspectiva securitária que até concebe que os militares desçam dos
quartéis para patrulhar as cidades. Estas coisas nem se devem pensar, quanto
mais dizer. No dia em que isso acontecesse seria a falência do estado de direito, a falência da democracia e o reconhecer da incompetência de quem nos
governa, tanto ao nível municipal como regional".
Acrescenta que "aos
militares, só em caso de estado de sítio ou de emergência (altura em que
liberdades e garantias são suspensas) podem os militares ser incumbidos de
missões de segurança".
Aos
militares missões militares, às forças de segurança missões de segurança".
Cheira-nos
que mais dia menos dia, o Sr. Presidente da Câmara do Funchal vai começar a
falar em empresas de segurança privadas. O que seria o total ridículo".

