O JPP repudia o anúncio de "medidas desconexas", hoje pelo Governo Regional, considerando este um "claro
aproveitamento do calendário eleitoral, um dia após as eleições para a
Assembleia da República".

"O Governo Regional deixa passar a
ida às urnas para dar uma nova 'machadada' na economia regional, principalmente
no setor de da hotelaria, restauração e similares, afetando, também, ginásios,
recintos desportivos, atividades culturais e sociais", refere o líder parlamentar do JPP, Élvio Sousa, em comunicado.

Numa atitude cada vez mais prepotente e autoritária decide o executivo de Pedro Ramos colocar novas restrições à circulação dos cidadãos, criando uma obrigatoriedade indirecta à vacinação, com penalização directa a todos aqueles que ainda não estão em condições de obter o esquema vacinal completo".
— Élvio Sousa

O líder parlamentar do JPP diz que "não podemos aceitar também, que
se reforce a obrigatoriedade de vacinação para crianças a partir dos 5 anos,
com o recurso à penalização financeira, com o pagamento de teste antigénio, a
ser suportado pelas famílias madeirenses".

É igualmente inaceitável para Élvio Sousa "que,
numa altura de recuperação do sector de hotelaria, restauração e similares onde,
diariamente foram propagandeados apoios empresariais, seja orquestrado um
ataque directo à sustentabilidade destas empresas, sem qualquer fundamento
técnico-científico conhecido destas medidas sanitárias anunciadas, como
facilmente poderá ser comprovado por entidades internacionais de saúde".

Não pode de igual forma "aceitar a falta de esclarecimento sobre onde serão efectuados os testes para os
passageiros que não tenham vacinação completa, sejam eles turistas ou
residentes".

"Sendo eliminado o posto de testagem do aeroporto entende-se que os
passageiros que não sejam portadores de teste verão a entrada na Região 'barrada' sendo urgente o devido esclarecimento desta situação por parte das
entidades regionais competentes", concluiu.