O Presidente da Câmara Municipal do
Funchal (CMF) considera que, "entre 2022 e
2025, haverá um período positivo em termos de novas infra-estruturas, de
desenvolvimento das cidades, e de projectos novos que têm que começar". Pedro Calado deixava esta visão positiva sobre o futuro
durante a sua intervenção na cerimónia de tomada de posse da Secção Regional
da madeira dos Órgãos
Sociais da Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET).
“É um desafio ambicioso, mas neste momento a Região e os diferentes concelhos têm verbas
disponíveis de fundos comunitários para alavancar muitos projectos”, referiu,
sublinhando que "cidades e Governo Regional vão precisar do empenho dos
Engenheiros Técnicos", nos "tempos muito
positivos de desenvolvimento e de construção” perspectivados pelo autarca.
Segundo Pedro Calado, também presidente da Associação de Municípios da RAM, o grande desafio é "a concretização dos projectos em tempo real até
2025".
“Isto é o grande
desafio que vamos ter à nossa frente e isso vai obrigar-nos a todos a ser muito
céleres, muito objectivos, muito pragmáticos nas funções que desempenhamos, porque não vai com certeza haver falta de
projectos. Vai ser sim o desafio de conseguirmos concretizar tudo aquilo que
temos para concretizar em tempo útil nos próximos 4 anos”, sustentou.
O presidente da autarquia do Funchal pediu "empenho e forte motivação" a esta classe profissional, assegurando que estes têm na CMF, “um verdadeiro parceiro" para o desempenho da actividade da prossecução dos seus
objectivos.
Na cerimónia, o presidente da Secção Regional da
Madeira da OET, José Francisco Costa Gil, traçou como destinos realizar na
Madeira o Congresso
Nacional da Ordem dos Engenheiros Técnicos e ter representatividade
na Associação de Engenharia da Macaronésia.
Em relação à representação da Macaronésia, o presidente da CMF lembrou que há fundos comunitários que podem permitir alavancar com esse tipo
de projectos.
Os engenheiros técnicos comemoram
este ano 170 anos de existência.

