O deputado Municipal Independente Orlando Fernandes estará "ausente de todas as votações" da Assembleia Municipal
Extraordinária.
Uma atitude que, segundo o deputado, acontece "em protesto pela acção judicial, em curso, resultante da aprovação do PDM – Plano Director Municipal, em 2018, movida por duas empresas contra todos os deputados desta Assembleia Municipal, que votaram favoravelmente e viabilizando o PDM, e pelo desrespeito e falta de transparência, assim como sonegação de informação por parte deste executivo camarário, que já sabendo desta acção não se dignou informar todos os deputados visados".
"Para este executivo camarário só interessa
o nosso voto e nunca a nossa salvaguarda", acusa.
E relembra: "a aprovação do PDM, em 2018, ocorreu quando eu
ainda era o único deputado do JPP, tendo sido então eleito enquanto integrante
da Coligação Confiança. O meu voto mereceu a aprovação e orientações do
referido partido e da respectiva Coligação Confiança, pois os esclarecimentos
técnicos foram facultados pelos responsáveis do Departamento do Ordenamento do
Território, relevando que este PDM era urgente, pois a cidade estava a ser
gerida por um PDM desactualizado, e era necessário adaptações às novas
realidades e necessidades do Funchal".

