O secretário regional de Saúde e Proteção Civil,
Pedro Ramos, visitou ontem a unidade móvel
do rastreio do cancro da mama instalada em Machico.

Segundos os dados divulgados pela secretaria, ao todo foram já rastreados 2000 utentes, das 3.500 que foram convocadas para o rastreio, o que significa, para já, uma taça de participação de cerca de 60%.

De referir que o início desta iniciativa em Machico aconteceu a 19 de Abril, deste ano, e prevê-se terminar na primeira quinzena de Setembro.

Esta unidade móvel seguirá para o concelho da Calheta, ficando estacionada junto ao Centro
de Saúde dos Prazeres.

Já uma outra unidade móvel, que no momento está junto ao
Centro de Saúde de Santana, ficará com a missão de terminar a costa norte (São
Vicente e Porto Moniz), enquanto a terceira
unidade está localizada no Centro Dr. Agostinho Cardoso.

A secretaria reforça ainda a informação no que concerne às condições de participação, que passa por:

- Não ter tido cancro da mama;

- Não ter próteses mamárias;

- Não ter feito exames de mamografia há menos de 6
meses.

"No contexto actual de vacinação Covid-19, devido a
um dos efeitos secundário reportados (adenopatias reactivas), que pode
influenciar o resultado final, sensibilizamos para o adiamento da mamografia de
rastreio em cerca de 6 semanas (após a segunda dose da Pfizer, da primeira dose
da AstraZeneca e da única dose da Janssen), pelo que solicitamos que entrem em
contacto connosco para qualquer esclarecimento e novo agendamento", adianta ainda o comunicado enviado pela Secretário Regional de Saúde e Proteção Civil.