O grupo de guias intérpretes realizou uma visita à
lota do Funchal esta manhã, onde assistiu ao primeiro leilão, às 6 horas, e
conheceu as novas instalações.
Depois da visita, fizeram saber que são elas
próprias que promovem, suportam e organizam as acções de formação que lhes
permitem actualizar os conhecimentos e tomar contacto com novas realidades, segundo o comunicado da Secretaria Regional.
O grupo de guias intérpretes reconheceu
a “importância da informação actualizada” para transmitir aos turistas “uma
imagem real e positiva da Madeira”.
Assim, referiram que a visita à lota foi “excelente” pelo
volume de novas informações que recolheram, nomeadamente o circuito do peixe,
desde a captura até à mesa, a variedade existente nos mares da Madeira, a
higiene, segurança e qualidade alimentar e a actualização de conhecimentos, em
particular aqueles que foram transmitidos pelo mestre José António, que deu às
guias uma “aula completa” sobre o processo de pesca do peixe-espada, desde a
preparação da embarcação e do isco, até à descarga em lota.
O secretário regional de Mar e Pescas, Teófilo Cunha, recebeu
as guias intérpretes às seis da manhã, por reconhecer “o importante papel que
têm na divulgação da Madeira, não apenas em relação à beleza paisagística, mas
também a nossa riqueza cultural, a gastronomia, os usos e costumes.”
O governante ficou sensibilizado com “o profundo interesse
demonstrado pelas guias ao longo da visita, e isso viu-se na preocupação que
tiveram em tomar muitas notas”, bem como através das “muitas perguntas que
fizeram” ao mestre José António, ao chefe de divisão das lotas, Pedro Delgado,
e ao próprio secretário regional.
“Foi uma visita didáctica, em que as guias mostraram
interesse em saber como se processa a pesca do peixe-espada, desde a
profundidade à distância da costa, a quantidade de dias que estão no mar,
quantas horas levam a capturar o peixe, quantos tripulantes tem a embarcação,
como funciona o aparelho de pesca”, notou Teófilo Cunha.


