Na sua intervenção, esta tarde nas
'Conferências do Ambiente e Acção Climática', Nuno Serralha, chefe da Divisão
de Florestação e Conservação dos Solos do Instituto das florestas e Conservação
da Natureza (IFCN), começou por enaltecer o “trabalho decisivo” realizado por
aquele organismo “em prol do futuro da Região”.
Antes de apresentar instrumentos
de gestão florestal do IFCN (nomeadamente
a faixa de gestão de combustíveis e a central de biomassa), realçou o
potencial florestal do território insular.
Com efeito, “a floresta da
Madeira representa dois terços da área da ilha”, tornando-a, por isso, mais “vulnerável”
aos impactos das alterações climáticas, disse.
Cabe, pois, ao IFCN, fazer a
gestão destes cerca 64 mil hectares (através do controlo de pragas e doenças, das
espécies invasoras, combate aos incêndios florestais, protecção contra a erosão
dos solos, entre outros aspectos).
