O antigo matadouro do Funchal está a ser transformado num
polo cultural através de um projecto de regeneração urbana que vem dotar aquele
espaço de criatividade, cultura e empreendedorismo.

A intervenção arrancou há quatro meses e mereceu agora a
visita de Rúben Abreu.

O vereador da CMF destacou este “este espaço histórico da
cidade” que fará uma ponte entre o passado e o futuro, a partir da Reabilitação
Urbana.

A recuperação do edifício compreende três grandes áreas:
uma incubadora de microempresas de indústrias criativas, um espaço de
performance artística e exposições e, finalmente, ateliers e oficinas de
restauro e design de equipamentos, num investimento autárquico que ascende aos
4 milhões de euros e tem um prazo de execução previsto de 18 meses.

Rúben Abreu enalteceu “a ambição e o alcance” deste
enorme projecto para a cidade, que assenta na histórica ideia de reabilitar o
Matadouro. Considera que foi graças ao trabalho realizado ao longo dos últimos
anos que o projecto ganhou uma visão e um propósito claros, e que foi possível
coloca-lo finalmente no terreno.

“Tal como tem sido apanágio da nossa governação, nada
acontece por acaso. Este é mais um compromisso cumprido do catual Executivo
liderado pelo Presidente Miguel Silva Gouveia, que nos orgulha a todos e
engrandece a cidade”, acrescentou.

Rúben Abreu conclui que a reabilitação do antigo
Matadouro do Funchal tem todas as condições para se constituir como uma “alavanca
para a dinamização económica de toda a zona comercial e industrial da Ribeira
de João Gomes”, já que é uma obra que vai ajudar a criar emprego durante a
crise, e que vai ajudar “todos aqueles que aqui venham a desenvolver o seu
trabalho depois da crise”, além da mais-valia que representará para todos os
madeirenses que poderão desfrutar de uma infraestrutura cultural “ao nível das
melhores cidades europeias”.