Depois de ter reconhecido durante a conferência que “sem
economia não temos saúde pública”, o secretário regional da Saúde e da
Protecção Civil, Pedro Ramos, concluiu a sua intervenção no evento ‘Pensar o
Futuro’, com palavras de esperança e de confiança no futuro.
Agora que “a pandemia começa a ter uma solução no
horizonte”, Pedro Ramos apela: “Temos que ter confiança no presente para ter
esperança no futuro”. Lembra que a confiança no presente é todos os cidadãos
assumirem a sua responsabilidade e cumprir com as recomendações das autoridades
de saúde.
Lamentou também que na retoma da economia não tenha sido
condição obrigatória para viajar a realização do teste PCR na origem. Ou mesmo
o teste rápido.
“Se fizemos o teste na origem a economia estaria muito
mais segura e se calhar teríamos muito mais turistas. Mas não foi opção a nível
na União Europeia”, criticou.
De resto, Pedro Ramos manifesta confiança no futuro.
“Tudo isto irá ter um fim, tal como a gripe espanhola
teve em 1918 onde não havia a globalização, nem o digital, nem a robustez dos
sistemas de saúde”. Concorda que o aparecimento das vacinas “constituem de
facto uma esperança para todos nós para juntamente com a máscara, o
distanciamento, a etiqueta respiratória e a desinfecção, podermos continuar a
viver”.

