“Marcar a Diferença”!“É mais fácil, enganar as pessoas, do que convencê-las de que elas foram enganadas”(Mark Twain).

Geralmente, esperamos “mudança”, embora, “mudanças de comportamento social”, em termos de relações sadias de cidadania, o investimento, leva anos, até se obter, um retorno, positivo, das políticas e dos programas associados. Infelizmente constatam que as políticas e os programas apresentados em sucessivos actos eleitorais, não passaram, de um monumental embuste: implicam a existência de um, líder que imprima e incentive o diálogo, que chegue a acordos, pelo povo, e não pelo seu partido, o interesse publico, acima de tudo. Na RAM com as coligações que se conhecem, e os partidos que as dominam, “tirar pelo povo, é uma ilusão”, quando “tudo se quer; é tirar do povo” para alimentar o interesse individual e dos grupos de interesses.O que conta, é o “momento presente”, em termos de se marcar a diferença, na política, não conta o que promete que “vai realizar no futuro”, não conta também a comparação com o passado, é tudo uma ilusão, o que conta é o momento presente, e marcar a diferença, imprimindo dinâmicas, em que no momento actual, o líder consegue impulsionar uma mudança de direcção, de atitudes, em que realmente notam e sentem o consciente colectivo, que outra orientação nasce, e a esperança de um futuro, diferente, é possível, mas não deixa de ser uma incógnita e uma ilusão, as tais “propostas de mandato”, ou inclusive as medidas a realizar nos primeiros 100 dias: só palha, para cativar o eleitorado.Dos programas apresentados, preocupa-se o povo, eleitor, que escolhe, que vota, em saber se realmente o governante, governou bem,; que concretizou as propostas de mandado, os compromissos que assumiu: note-se que por exemplo “sumus ferry” não significa “habemos ferry”: em relação a “escrevinhar programa de governo”, muitos o encaram como uma “mera formalidade”, uma coisita para na campanha, usar e deitar fora. Não se pode governar “contra o momento”, podemos até nos preocuparmos, mas a preocupação, não serve nenhum propósito; apenas se ajudar a focarmo-nos, nas soluções, e sem medo de errar ou falhar, as concretizarmos, porque corrigir, é sempre uma acção que está na manga, dos de “mente aberta”, e que marcam a diferença, não têm medo de admitir o erro, e até de aceitar que da oposição, nascem ideias que se podem aproveitar, infelizmente na RAM, laranjada, agora é groselha, porque a oposição, rosa, alaranjou-se e serve os propósitos dos mesmo de sempre, que agora apostam num cavalo e numa montada diferente. O povo decide; não, o povo é conduzido na decisão, são as tais massas, facilmente manipuláveis, reagem por instinto, e de certeza, quase certa, “habemos careca”. E “sumus carecas” aqueles que governando ajudam e muito, no “habemos de ter”, o fumo não será branco, antes pelo contrário, negro, como os tempos que vivemos, nesta RAM, ao estilo de uma colonia penal, agora autorizados a uma precária de três meses com ajuda do nosso amigo “ARMAS”, e “VIVA o reino de Espanha”.

J. Edgar M. da Silva