O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, abriu hoje oficialmente, na Avenida Arriaga, a 44ª edição da Feira do Livro do Funchal, que decorre, este ano, até ao próximo dia 3 de junho.

Com a presença confirmada de 52 autores e 25 editoras, livreiros e alfarrabistas, a edição 2018 inclui, igualmente, 7 lançamentos de livros (5 editados pela CMF), 22 concertos, 3 espectáculos de teatro, muita animação de rua e um espaço infantojuvenil diário. Os nomes fortes da 44ª edição são João Tordo, João Pinto Coelho, Onésimo Teotónio de Almeida, Bruno Nogueira, José Milhazes, Rui Zink, José Gomes Ferreira e Júlio Machado Vaz.

Paulo Cafôfo manifestou o entusiasmo por mais uma edição deste que é um evento “com cada vez mais autoestima, mais identidade e com público e ambição cada vez mais consolidados. Quando o actual executivo camarário entrou em funções, pareceu-nos claro que a nossa Feira do Livro carecia de um rumo e de um modelo que fosse mais apelativo à participação de editoras e livreiros, mas igualmente à adesão das pessoas.”

O presidente explica que foi, então, posta prática “uma fórmula centrada nos livros e nos criadores, mas que se apresentasse para toda a família, e um programa cultural que apelasse à promoção à leitura, das mais diversas formas, fosse através de música, debates, tertúlias ou teatro. É uma grande alegria e um sentimento de dever cumprido olhar hoje para a Feira do Livro do Funchal não só como uma certeza da nossa cena cultural, mas cada vez mais como uma referência a nível nacional.”

Para o autarca, “a Feira não só recuperou a sua identidade, como cresceu por si própria, atraindo novos públicos para novas ocasiões, aumentando as vendas e contribuindo para a dinamização generalizada que se passou a sentir na nossa economia local. Porque é isso que queremos: ter a cidade cheia de gente, ter as pessoas na rua com muita coisa a acontecer, com oferta em quantidade e em qualidade, e é para isso que temos trabalhado com tanto empenho ao longo dos últimos anos.”

O Funchal é, assim, uma cidade com cada vez mais impacto cultural, que “seduz as pessoas a virem consumir uma cultura que é muito apetecível, não só pela qualidade que tem, mas também porque é acessível a toda a gente. Democratizámos o acesso à cultura no Funchal e provámos que era possível ser ambiciosos, tratando a cultura como um investimento e nunca como uma despesa, e acredito que, hoje, os funchalenses já não aceitariam outra coisa.”

O presidente concluiu que “este ano, seguimos pelo mesmo caminho, apostando na Feira do Livro como um dos mais importantes marcos culturais do ano no Funchal, convidando as famílias madeirenses a não perderem o certame e a levarem pelo menos um livro desta 44ª edição da Feira do Livro do Funchal.