Quero aproveitar, e tomo a devida liberdade, se tal me for permitido, para através deste espaço, das “Cartas do Leitor”, ter a oportunidade que o Diário de Notícias da Madeira,, me pode conceder, em poder denunciar um facto real que se tem passado em relação, ao que se tem verificado comigo, e como tal, a força que a comunicação social, tem, pois sem dúvida, é o seu papel importante e fundamental. Mas, que mal está e vai o SNS-Serviço Nacional de Saúde. Mesmo não sendo natural da pérola do Atlântico, da bonita, Ilha da Madeira, mas é uma forma de poder levar ao conhecimento de todos os portugueses, como vai a nossa saúde, neste País.

Quando de uma consulta que fiz à minha médica de família, Senhora Drª. Maria Margarida Vale do Centro de Saúde da Ramada/Odivelas, e perante a apresentação das minhas queixas de falta de visão, imediatamente fui informado, de que teria cataratas e que seria encaminhado para uma consulta da especialidade de oftalmologia do Hospital Beatriz Ângelo em Loures, pertencente à minha área de residência.

Entretanto a 16 de Março de 2016, este hospital agendou-me a primeira consulta para o dia 7 de Dezembro de 2016, onde me foi efectivamente diagnosticadas cataratas, que teriam que ser alvo de cirurgia. Espero desde essa data pela tal operação, que tarda. Devido ao tempo de espera que tenho estado sujeito, recorri via correio electrónico, no último dia 7 e Agosto de 2017, ao provedor do utente do citado hospital a solicitar, dentro do possível, para a aceleração do meu processo. Mas, infelizmente, à boa maneira “tuga” e quando se trata de hospitais públicos, nunca cheguei a receber qualquer resposta até à presente data.

Constato e lamento que os responsáveis pela nossa saúde não olhem mais para os serviços nos hospitais, porque há população com carências monetárias, que obviamente não têm capacidades financeiras para poderem pagar uma cirurgia em clínicas particulares.

Efectivamente e sem dúvidas, a saúde está muito doente, neste nosso cantinho à beira-mar plantado. Para quando outra política neste sector vital, das populações, que é a saúde.

Mário da Silva Jesus