O líder do PSD/M disse recentemente na ALR que não recebe lições de democracia. Não só não recebe como dá lições de democracia.
No recente dia do trabalhador, no encerramento da Universidade Jota, o citado líder partidário foi depreciativo para com a atual coligação que governa Portugal, apelidando-a de “geringonça”.
Atendendo a que estava a falar para jovens devia ensinar-lhes qual a solução para formar governo visto que o seu partido não tinha apoio parlamente suficiente.
Não perdeu a oportunidade para achincalhar os partido políticos que compõem a atual maioria na AR. Como grande democrata devia ter dito aos jotas que nas eleições legislativas o voto no partido deles é um voto dourado. Já o voto noutros partidos deveria ser considerado nulo já que não passam de votos de gíricos.
Considerando o que foi o anterior governo laranja e as consequências por vezes dramáticas para milhões de portugueses, não é sequer razoável aceitar críticas ao atual governo vindo de quem vem. Esqueceu-se que o anterior governo o que melhor sabia fazer era cortar salários e pensões, criar desemprego, mandar os cidadãos emigrar, criar miséria e empobrecimento nos cidadãos e no País e andar de cócoras perante entidades estrangeiras. Como é que este senhor apelidaria a anterior coligação? Quanto a mim foi uma carroça. Mais diz o referido senhor que trio da “geringonça” são uma hipocrisia completa. De facto repor salários e pensões aos portugueses, reduzir a taxa de desemprego, apresentar excelentes resultados económicos é de facto uma grande hipocrisia. Este partido laranja e seus dirigentes não são para serem levados a sério. Quem não gostaria de ter visto a bancada laranja na AR, quais meninos de coro vestidos com t-shirts que reproduziam elogios de Ângela Merkel a Passos Coelho. Aquele que conduziu a carroça durante longos 4 anos andou a dizer que vinha aí o diabo. O diabo é ele mesmo em pessoa e não volta mais.
Aurélio Mendonça