A gastronomia e a música dão as mãos na terceira edição do festival urbano ‘Fica na Cidade’, um convite ‘À Descoberta dos Sabores’ também. A Câmara Municipal do Funchal e a ACIF - Associação Comercial e Industrial do Funchal juntam assim os dois eventos numa festa diária que se estende nas praças, largos e em restaurantes por toda a cidade, entre os dias 2 e 14 de Maio. O evento foi apresentado esta tarde, na presença dos parceiros.
Integrado no ‘Fica na Cidade’, ‘À Descoberta dos Sabores’ vai juntar 23 restaurantes aderentes e consiste basicamente na oferta de tapas e de um copo por um preço fixo e igual em todos, a funcionar apenas entre as 18 horas e as 20h. A inscrição é gratuita e é ainda possível para outros empresários que se queiram envolver.
O formato complementa o festival de música e transcende-o na medida em que vai estender-se depois do Verão, revelou Cristina Pedra, da ACIF. ‘O nosso objectivo a partir do Verão é fazer um mês em cada praça para concentrar as pessoas”, revelou a presidente identificando uma dupla oportunidade de negócio, na medida em que acredita que muitas pessoas passarão das tapas ao jantar.
O ‘Fica na Cidade’ volta para dar vida e convidar visitante se residentes a viver o Funchal. Tem pés para andar e vai andar por sete palcos, dois deles novos, levando muita música regional, nacional e internacional, bandas e artistas para ver ou rever em formato pós-laboral. Vai andar também pelas ruas em actuação de tunas e filarmónicas, que convidam a participar na festa.
Estão previstos mais de cem concertos, entre eles com Olavo Billac, António Manuel Ribeiro (UHF), Luís Peixoto, Vítor Bacalhau e outros. De fora vêm Chris Bernsten, The Accidents ou Pacific Shores, para referir alguns. Todos os artistas estão divididos pelos palcos localizados abaixo da Sé, no exterior do La Vie – estes dois novidade – na Rua da Carreira, no Largo do Corpo Santo, e no do Chafariz, na Praça do Carmo e na Colombo.
O valor do investimento total ainda não está apurado, revelou o presidente da Câmara do Funchal. “É um investimento na cidade e todo o dinheiro que seja será bem aplicado na dinâmica de uma cidade que se quer moderna e virada para o futuro”, afirmou Paulo Cafôfo.

