
Idalina Silva tomou posse esta tarde, naquele que será o seu segundo mandato à frente dos destinos da Junta de Freguesia do Monte. A social-democrata aproveitou a ocasião para endereçar alguns recados à Câmara Municipal do Funchal, tendo como mensageiro João Pedro Vieira, vereador com os pelouros da Protecção Civil Municipal, Juventude e Desporto, Fiscalização Municipal, Mercados e Democracia Participativa, que esteve presente na cerimónia.
A recém-eleita presidente da junta começou por frisar no seu discurso que “é com muita honra” que inicia o segundo mandato, salientando posteriormente que há ainda muito a fazer “quer seja da competência da Junta, da Câmara Municipal do Funchal, ou mesmo do Governo Regional”, aludindo à intervenção a fundo nas árvores circundantes ao Largo da Fonte, que considera ser necessária para voltar a haver arraial nesta freguesia.
“Para estes próximos quatro anos assumimos o compromisso de continuarmos com o nosso trabalho, na defesa contínua da freguesia, na procura pela segurança dos nossos fregueses e visitantes”, como também “para aqueles que investem e querem investir” disse Idalina Silva, aproveitando a presença do vereador João Pedro Vieira para fazer chegar as suas reivindicações, uma delas sobre uma maior “discussão pública sobre o PDM”, já que este “restringe, diminui e impossibilita a construção de investimento privado na freguesia”.
Houve ainda um pedido endereçado à CMF, em nome da população, relacionado com a reabertura do Caminho dos Tornos, “uma situação que já se arrasta há mais de um ano”. A ligação entre a Fundoa, Levada da Corujeira e Corujeira de Dentro é, segundo a social-democrata, “uma importante ligação para todos os residentes”, que se sentem “legitimamente abandonados e esquecidos”. A reposição da carreira número 19 foi outra das lamentações ouvidas pela presidente.
“Não peçam para identificar quais”

