O MPT-Madeira emitiu um comunicado a abordar a temática do aumentos das pensos dos idosos.
“Mais uma vez tinha total razão do seu lado quando referiu que os aumentos das pensões dos idosos eram o maior embuste da Democracia Portuguesa. O Jornal Económico refere o mesmo, após ter feito os cálculos”, começa por adiantar o comunicado.
“O Partido da Terra tinha já referenciado este facto porque este aumento também fez disparar os descontos na coleta e a retirada parcial dos duodécimos, agravando ainda mais a situação.
O BE e o PCP-PEV festejaram este aumento, como se isto tivesse sido uma conquista e uma reivindicação, mas facilmente se percebeu que políticas populistas e agarradas a uma agenda de eleições, nunca são um bom pronúncio para a verdade.
A mentira tem pernas curtas e os malabarismos engendrados começam a surgir aos poucos já em 2017, onde todos vamos sentir que iremos pagar mais e receber menos. Os impostos indiretos vão por sua vez agravar ainda mais a vida dos Portugueses e em especial aqueles que menos rendimentos têm, nomeadamente, os pensionistas.
Contudo, podemos concluir que o Governo PS apadrinhado pelo BE e PCP-PEV, conseguiu um plano de recolha de impostos que socialmente espezinha quem menos tem.
O MPT-Madeira conclui esta declaração, dizendo que tendo Portugal uma População muito envelhecida, o Governo PS e a Geringonça viram nesta população a única forma de conseguir encher os cofres e depenar os seus contribuintes idosos.
O Partido da Terra tem a perfeita noção que o atual Governos vê os pensionistas como a maior companhia de seguros para encher os cofres do País.
Assim, está perpetuado o empobrecimento e um Estado Social completamente invertido. Podemos afirmar que não existe política social em Portugal desde 2011, agravando-se ainda mais, com esta nova geringonça política, assente num faz de conta brutal que irá tornar miserabilista a vida dos Portugueses.
Sem crescermos economicamente, nunca poderemos ter uma política social justa e equilibrada”, concluiu a nota divulgada pelo MPT-Madeira.
