J. R. É com alguma alegria que podemos referir que existe algumas novidades no dito território ‘aleste’, tais como, sinaléticas no centro histórico da vila, melhoramentos mais visíveis nas praias, criação de espaço físico para que a população exponha os seus produtos tradicionais, e pouco mais… há e redução da divida. Penso que muito mais se poderia fazer, será que a população idosa do concelho beneficiou, e os jovens desempregados! E as zonas altas do concelho! A bandeira que é usada nestes lados, é o turismo e sua dinamização, mas como é possível neste concelho não haver um percurso pela natureza recomendado? E ao ouvir num programa de televisão que isso não é importante fiquei como o responsável mor do concelho, que ficou de boca aberta ao ler o programa de outra festa da cana que seria uma cópia da “sua”. Claro que é importante e obrigatório sendo que a justificativa apresentada de que o dito senhor passava por algumas levadas sem problemas, é surreal. E a vertente do mar, quando existe um cais dos mais bonitos da Madeira nem um barco atraca… mas gastou-se “alguns” euros num passadiço na frente mar que atrai…”milhares”. Penso que nesta prolongada fase de término de carreira presidencial poderia-se tentar terminar com boas novidades em prol da população. Por exemplo planos de pormenor das zonas altas, recuperação de percursos turísticos, organização no concelho de carreiras de transporte público mais adequadas à população com viaturas mais amigas do ambiente, melhorar o trânsito a nível da sinalética e estacionamento, e outras mais. Neste momento de mudança ‘aleste’ convinha também mudar os mesmos que há anos gerem associações de “bailinhos” de “idosos”, e outras. Por vezes há que dar lugar a outras pessoas com ideias novas não estando amarrado a cadeiras nem a vestes. Este concelho não é só a frente mar e as zonas altas o que se tem feito? Esperemos que quem venha a ser escolhido para apreciação da população tenha outros dotes principalmente de estar com a população num todo e não numa pequena fracção, não pensando unicamente na divida e em não chocar com a governação regional, veja-se o exemplo da postura da camara do Funchal na gestão do DRº Miguel Albuquerque. Penso que um ano passa muito depressa, mas era importante traçar já objetivos para que nos quatro anos futuros se possa colocar recursos e ferramentas modernas à disposição da população e de quem nos visita.