António Olim Praticamente a meio do mandato confirma-se o que sempre afirmámos sobre os valores da divida da câmara. Vamos aos números: Em finais de 2001, ao fim de 12 anos de governação UDP/PS, a divida era próxima dos 12 ME. No final de 2013, ao fim de 12 anos de governação do PSD, a divida (líquida) era cerca de 19ME. Neste momento, a divida ronda os 11,5ME. Na sequência do plano de consolidação financeira feito pelo PSD, incluindo os acordos de pagamento com os credores, a dívida tem vindo a diminuir de uma forma consistente e significativa desde 2011. Esses planos permitiram consolidar a situação financeira e evitar a ida ao PAEL com todas as consequências negativas que o mesmo acarretava para os munícipes. Permitiu igualmente baixarmos o IMI para o mínimo. A exemplo da maioria das câmaras do país, a situação financeira sempre foi difícil. A divida aumentou, nunca o negamos, mas de forma controlada e em consequência das muitas obras que eram urgentes e necessárias para o desenvolvimento do concelho, Só em expropriações para estradas foram aproximadamente 3ME. Não andámos a lamentar a divida, nem a fiscalizar telemóveis nem a fazer ruido na praça publica. Fizemos o que as pessoas há muito reclamavam e Machico tanto necessitava para o seu desenvolvimento. Coisa que PS, não foi capaz de fazer. Isto de apontar erros e criticar é fácil, principalmente vindo de quem pouco faz. Aqui, aplica-se a velha verdade à La Palisse: “quem não faz, nunca falha”. Em tão pouco tempo, estão assim desmascarados os grandes embustes eleitoralistas do PS: A Divida (o PS falava em 30 e muitos ME, lembram-se?), a ARM, (as pessoas continuam à espera do prometido “referendo”) e, infelizmente, o IMI não acabou!