Manuel Jesus Tanto se fala e se debate sobre essas parcerias público privadas e na verdade é que em termos de segurança rodoviária o utente das vias concessionadas está melhor protegido.

As vias concessionadas Vialitoral e Viaexpresso possuem uma manutenção regular na sinalização rodoviária, embora existam algumas lacunas.

O Governo Regional com muita publicidade informou a população que reduziu e muito o valor pago a essas concessões, mas o que realmente fez foi retirar alguns troços, passando os mesmos para a Direcção Regional de Estradas.

Resta-nos saber em que estado ficarão essas estradas que passaram para a DRE, basta-nos olhar para as restantes já da responsabilidade dos mesmos.

Ora bem, uma das lacunas nas vias concessionadas é a sinalização horizontal que com nevoeiro não se consegue ver as marcações rodoviárias pondo em perigo os utentes das mesmas.

A visibilidade da marcação rodoviária é uma característica importante, pois uma das suas principais funções consiste na orientação visual do condutor. Essa visibilidade depende do contraste existente entre a marca rodoviária e o pavimento sobre o qual está aplicada, ou seja, da diferença entre as propriedades reflectoras da marca e do pavimento.

O modo como um corpo reflecte a luz depende de vários factores, nomeadamente da luz incidente (direcção, quantidade, composição espectral, etc.), da posição do observador e das características físicas do corpo considerado. Assim, a forma como um corpo contrasta com outro vai depender de como os corpos são iluminados.

Basicamente existem dois tipos de reflexão da luz nas marcas rodoviárias: · reflexão difusa (em condições diurnas ou de iluminação pública); · retrorreflexão (em condições de iluminação pelos faróis dos veículos).

Basta passar na via litoral em São Gonçalo num dia de nevoeiro que se pergunta para que serve o balúrdio pago pelos nossos imposto a essa concessionária. Resta-nos a nós contribuintes saber quem faz essas pinturas e se não é fiscalizado, ou em última análise deverá ser uma empresa de algum “compadre”.