Leitor identificado O cretino é uma espécie de gente, que infelizmente abunda por aí e faz mil malabarismos para não se retratar da sua incapacidade intelectual, moral, física e até repressiva(….).

Como é possível, que haja determinados cretinos com cargos de dirigentes, não chegarem ainda à conclusão, que as sociedades modernas e desenvolvidas alteraram profundamente o seu relacionamento com os cidadãos e teimosamente, continuam virados para si próprios.

Hoje, quem se preze em ser culto, responsável, líder, comunicativo, educado etc,etc, e sobretudo quando dirige pessoas, quer a nível empresarial, privado ou administração pública, tem de ter bem a noção que, é fundamental possuir e dominar o dom de comunicar e respeitar os direitos das pessoas, assim como fazer prevalecer os deveres, dentro de um clima de harmonia, moderação e sobretudo, respeito pelos outros.

Pois bem. No meu caso e como conhecedor profundo das regras e condutas profissionais, cheguei à conclusão, que palram por aí gente, à frente de algumas Instituições públicas, que por muito que lhes chova em cima, criticados da sua má gestão, falta de carácter, com queixas e mais queixas e até se quisermos, chegando ao ponto de serem enxovalhados, aqui, ali, deixando um rastilho de má imagem, não há quem lhes consiga domesticar.

Na política, todo o cidadão mais esclarecido sabe que ao eleger os políticos num determinado eleitoral, propõe-se um mandato e temporariamente será renovado pelos votos e vontade de cada um.

A minha questão é a seguinte: “porque razão ou carga de água deveremos nós em alguns sectores da administração pública, aturar durante décadas, alguns cretinos, com todas aquelas características que referi anteriormente e mais grave do que isso, a magistrosa impunidade existente em torno dessa gente”?

Ele há gente para tudo. A minha mensagem passa precisamente por essa gentalha, que fizeram da vergonha o seu bem-estar, alojaram-se nalguns locais públicos como se fossem o seu parque de lazer e têm o descaramento de dizer por aí que dirigem determinado espaço do Estado e tudo quem lá trabalha são seus funcionários!

“Valha-nos Deus e tirem-nos deste maldito inferno! Eu de certeza absoluta não sou funcionário de tal gente, nem pouco mais ou menos, mas sim funcionário público e penso que todos aqueles que ingressaram na Administração Pública, nos diversos sectores, não fosse o Estado a garantir os nossos salários”.

UM CONSELHO: “se ainda pensa dessa forma, retrate-se e vá a uma consulta de psiquiatria”!