F. S. As ofertas públicas da Direção Regional da Educação (DRE), na área da psicologia, seguem um critério, no mínimo, “duvidoso”. É interessante ver como cada concurso que abre para docente de psicologia tem requisitos tão diferenciados. Por exemplo, no último concurso era fundamental ter como área de especialização a psicologia da educação, desenvolvimento e aconselhamento, enquanto no anterior, o ramo de especialização deveria ser em psicologia clinica, com pós-graduação em avaliação e intervenção psicológica com crianças e adolescentes. Ninguém anda distraído e todos sabemos que estas vagas são para pessoas específicas (o tal fator C, que reina na ilha). Se o concurso fosse realmente público, a oferta seria, no mínimo, aberta a todas as pessoas com mestrado em psicologia da educação. Como nos dias que correm não podemos ir contra o tal “fator”, seria mais correto/honesto/respeitável da parte da DRE informar que a vaga já está preenchida, evitando assim criar falsas expectativas nas pessoas.