O PCP defende um aumento do IRC pago pela banca e pelas empresas energéticas, como forma de arrecadar receitas que permitam investimentos sociais.

Edgar Silva lembra que, ao nível nacional, já está em vigor uma taxa especial paga pela banca o que só não acontece na Região.

Ao nível das empresas energéticas, o deputado comunista acusa a maioria de impedir a medida porque “estão todos envolvidos naquele antro de corrupção em que se transformou a Empresa de Electricidade da Madeira”.

Edgar Silva também fez referência ao,caso da empresa de biocombustível do Porto Santo, onde foram “deitados 30 milhões” e agora “é uma fábrica de sabonetes”.