O Partido Popular Monárquico (PPM) na Madeira, a questão relacionada com as alterações dos limites de velocidade é necessário, mas mais importante, como já haviam alertado no passado, passa por uma consciencialização das pessoas relativamente às regras e moderação da velocidade.
Para João Noronha, que comenta mais uma controvérsia, é um facto “que a Madeira é uma das regiões do país com maior sinistralidade rodoviária, o que nos deixa bastante preocupados”, no entanto, refere, “os estudos para a alteração da velocidade podem ser importantes e que o são, mas isso só não chega, e ainda mais se foi dito que foram realizados e ao que parece não foram”.
Realça a crítica à “redução do limite de velocidade porque, e também ao que parece, seria para renegociar com as concessionárias devido aos custos de manutenção das vias”. E aponta: “Para o PPM, e faz parte do seu programa político, seria necessário mais policiamento, medidas capazes de consciencialização aos condutores com programas escolares que devem prever a obrigatoriedade da educação para a cidadania e sensibilização para a segurança rodoviária.”
Mas há mais: “Criar mecanismos legais que tornem obrigatória a existência e a execução de Planos Municipais de Segurança Rodoviária, visto que a sinistralidade dentro das localidades é, na região e em todo o país, um problema muito grave. Aumentar as campanhas de prevenção contra a condução sob efeito do álcool e melhorar as regras no que se refere ao ensino nas escolas de condução, nomeadamente nos aspectos relacionados com a segurança rodoviária. Os sinais e as estradas devidamente em condições, passadeiras e toda a sinalização no pavimento devidamente visíveis, não deixadas apenas para serem pintadas com o aproximar das eleições autárquicas. Não esquecendo a falta de respeito e educação dos condutores uns pelos os outros e a eterna pressa de chegar ao destino.”
Tudo medidas que, entendem, seriam muito mais eficazes e práticos do que o actual modelo escolhido.
