O responsável da Câmara de Machico reuniu hoje com o presidente do Governo madeirense para apresentar um conjunto de “intenções de investimento” na área turística e hoteleira, revelando que o concelho continua a ser “apetecível”, disse o autarca.
“A reunião decorreu de uma forma muito positiva e muito profícua”, afirmou o autarca socialista Ricardo Franco, adiantando que o objetivo foi “levar uma série de intenções de investimento por parte de promotores na área turística e hoteleira” ao conhecimento do social-democrata Miguel Albuquerque, chefe do Governo Regional.
O presidente deste município localizado na zona este da Madeira sublinhou que existem várias propostas nesta área porque “Machico é, atualmente, uma localidade apetecível para os investidores”.
Ricardo Nascimento complementou que era necessário “colocar a consideração do presidente do Governo” estas propostas porque “envolvem a área turística e hoteleira, o Plano de Ordenamento Turístico”.
O autarca apontou que dois dos investimentos “já estão garantidos” e que outros estão “em fase de elaboração”, representando a criação de “cerca de meia centena de camas nas freguesias do Porto da Cruz e Machico”.
“Percebi haver abertura total [do presidente do executivo insular] em apoiar estes investimentos no concelho de Machico, de modo que esta intenção dos investidores tenha concretização física e Machico volte a entrar na senda do destino turismo da Madeira”, complementou.
O autarca recordou que, “no passado, Machico já teve na sua área territorial a primeira cidade turística, a Matur/Atlantis, tendo o hotel sido demolido na sequência das obras de ampliação do Aeroporto da Madeira”.
Ricardo Nascimento sublinhou a importância de “voltar a trazer para Machico” este tipo de investimentos, porque contribuem para “promover o turismo e o emprego, através da construção de unidades hoteleiras”, o que constitui uma oportunidade para conseguir fixar os jovens no concelho.
O presidente da câmara municipal de Machico referiu que também solicitou a Miguel Albuquerque a libertação do espaço disponível do edifício da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do concelho, que tem apenas “25 por cento da sua capacidade ocupada”, visando a sua reconversão para apoio às atividades marítimo-turísticas desenvolvidas no concelho.
