O PPM Madeira está preocupado com as tarifas aéreas para a Madeira, que “continuam a aumentar com o aproximar da época natalícia”. O dirigente João Noronha recorda o que já foi dito o ano passado, considerando que “é absolutamente necessário modificar a forma como o subsidio de mobilidade está a ser feito”, começando por “acabar com o tecto máximo para os residentes e negociar isso sim, um tecto máximo nas tarifas das companhias aéreas para os residentes, o que significa nunca ultrapassar, como exemplo, os 400€ actuais”. Considera o PPM que “por muito que o dinheiro em parte seja restituído, nem todos têm possibilidades de pagar 250€ ou 300€ e só depois o receberem”. Além disso, reforça João Noronha, “não devemos comparar turismo com quem estuda ou trabalha longe da sua família”.
Segundo os monárquicos, “o oportunismo para a altura é por demais evidente e imoral, levando a que possivelmente este ano, sejam mais do que no ano transacto a decidirem não viajar e desta forma manter as famílias afastadas”. Para comprovar essa situação, o PPM realizou uma busca para três datas numa companhia low cost: “entre 21 de Dezembro a 2 de Janeiro - 394.48€; de 22 de Dezembro a 2 de Janeiro - 433.98€; a mais barata foi entre 19 de Dezembro a 11 de Janeiro, em que a procura nessa altura é muito reduzida e que está em 95.98€”. “A tendência é de aumento tal como aconteceu o ano passado, e julgamos que este ano vai ser ainda mais caro”, sublinha o PPM.

