André Gonçalves e Hugo Pereira Como iniciantes nesta modalidade esperemos que estes actos não nos traga despesas acrescidas, pois o investimento realizado para poder pratica-la já é elevado, então se fizermos o somatório de todos componentes necessário para a respectiva actividade (bicicleta, material, protecções, deslocações entre muitas outros dispêndios), mais as referidas taxas de utilização dos trilhos, torna-se insuportável por parte de um amador como eu. Pior ainda, o que se tornou até à bem pouco tempo numa atracção turística com futuro promissor no que se refere ao desenvolvimento económico da região, pode estar comprometido, mas isso já são outras consequências.

Na minha perspectiva e naquilo que a mim me afecta como praticante, tenho quase a convicta certeza que as taxas de cobrança à utilização dos trilhos serão uma realidade a ser posta em prática a curto prazo, taxa esta que como afirma a direcção de floresta reverterá para a manutenção desses percursos. O que acontece é que muitos destes trilho já existem há mais de dez anos, os quais foram mantidos e conservados com recurso, tal como sei, à mão de obra dos praticante e entidades promotoras do desporto, sendo assim, penso que, esse mesmo acto poderia se manter, visto que também faz parte do ritual dos praticantes de enduro e DH.

Sendo assim, e em jeito de suma, o que pretendo referir é que de facto, poderá haver mais rigor na utilização e manutenção dos trilhos, até porque muitos deles encontram-se em muito mau estado, mas de uma forma diferente, por exemplo, organizando equipas compostas por praticantes em determinados períodos do ano para a respectiva manutenção dos trilhos e não como está a ser previsto, criando mais taxas para alimentar o governo, que vê em cada oportunidade para explorar o quanto mais pode.