Mário Jesus Depois de em 4 de Outubro de 2015, os portugueses, terem sido chamados a votarem nas eleições legislativas, vão uma vez mais e ao fim praticamente de três meses, estão de volta e a escassos oito dias, de tornarem a voltar de serem chamados às mesas das urnas, para assim elegerem um presidente da República de Portugal. Mas, afinal para um País, tão pequeno como é este, não serão decerto muitos os candidatos que irão concorrer para um “poleiro”, que somente serve, para eleger uma figura, de irá estar no Palácio de Belém, (por sinal cor-de-rosa…cor, aliás bem bonita), para fazer “quiçá” figura de corpo presente, e não tendo como tal voz, em prol da defesa dos interesses dos cidadãos, em qualquer matéria, servindo só para assinar uns quantos despachos, e nada mais…ah! e, também servindo para cortar umas quantas fitas aquando de alguma inauguração, de um qualquer jardim público, alguma creche…e viajar, viajar muito, que é a principal missão, do presidente da República.
Pois, é verdade irão ser 10 os candidatos, que vão estar estampados no boletim e voto, com “ganas” de ganharem para um “poleiro”, pois o que e tem de bom, esse apetitou-se “poleirinho” são as mordomias que irá usufruir durante o seu mandato…porque de resto, pergunto na minha pura ignorância de um cidadão iletrado, para que serve a afinal o presidente da República?
Tal, como na última campanha para as legislativas, as arruadas e comícios promovidos pelos candidatos, só têm servido para os mesmos, não passarem de uns autênticos feirantes “beijoqueiros”, que depois de eleito tudo esquece, das promessas então feitas aos cidadãos.
São todos muito bons, na linguagem hipócrita para cativar o eleitorado mais distraídos, mas nenhum deles me convence.