Jéssica Fonseca No presente dia, 15/01/2016, eu encontrava-me na urgência do Centro de Saúde da Calheta, tal como várias outras pessoas. Ao fim de duas horas à espera, chega à urgência uma mulher. A senhora vinha pelo seu próprio pé, não se notava estar tão mal quanto isso, pois ficou na rua a falar com os bombeiros voluntários da Calheta um bom bocado. Entrou na urgência e sentou-se a conversar com várias outras pessoas. Uma auxiliar foi buscar-lhe uma cadeira de rodas e levou-a para dentro para a sala do doutor (...) Com alguma revolta uma outra pessoa dirigiu-se à secretária a perguntar porque é que aquela pessoa, que tinha sido a última a chegar à urgência, nos tinha passado à frente. A resposta foi: “Ela é enfermeira”. É inaceitável um tratamento destes! (...) Agora pergunto: será o cargo no qual a pessoa se encontra que lhe dá o direito de passar à frente dos outros? Eram 09:36 quando dei entrada. Esta senhora entrou pelas 11:10 e passou à frente talvez de umas 5 a 7 pessoas. Sem qualquer dificuldade entrou pelo seu pé e falava com outras pessoas que lá se encontravam na maior disposição possível!