Entramos hoje na última semana de campanha para as presidenciais e do balanço do que tem sido o trabalho de divulgação, esclarecimento e contacto da candidatura de Edgar Silva ressalta o acolhimento caloroso das pessoas e a indisfarçável surpresa dos adversários que como de costume, tinham subestimado o candidato considerando que o controle da maior parte dos órgãos de comunicação social e o vedetismo “tipo revista Caras” e a demagogia e populismo abafariam qualquer notoriedade. A mudança estratégica dos adversários, sobretudo dos que se sentem ameaçados, assenta agora numa contra argumentação que rotula as propostas e compromissos de Edgar Silva como desadequadas ao cargo de presidente da República (PR) e demasiado “líricas”. Ao comprometer-se a defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República, Edgar Silva recupera a missão fundamental deste órgão de soberania que foi, nos últimos dez anos, vilmente desvirtuada. Ao assumir que usará os poderes atribuídos ao PR pela Constituição, na defesa dos direitos sociais e dos trabalhadores, na promoção do crescimento económico e do desenvolvimento, na luta contra a exclusão social e na erradicação da pobreza, na priorização das crianças e no combate à pobreza infantil, na afirmação de um Estado participado, descentralizado e unitário com ligação à diáspora portuguesa, sempre no rigoroso respeito pela independência nacional, Edgar Silva constitui-se como garante das liberdades e garantias de todos os cidadãos e da Democracia. Não há pedras que lhe queiram arremessar que não façam ricochete porque a coragem, a coerência e a honestidade são valores inalienáveis. Aconteça o que acontecer nas urnas, onde tudo se decide, a candidatura de Edgar Silva já ganhou, colocou na ordem do dia as questões essenciais e debateu-as com conhecimento de causa e propostas realistas. Aos que rangem os dentes quando se fala de justiça, paz, bem-estar, liberdade e direitos e aos oportunistas cujo único objectivo é servir-se do poder em proveito próprio ainda resta uma semana para se desassossegarem.

Isabel Cardoso