Miguel Pereira Quase que se podia dizer, ano novo, vida nova!

O Pingo Doce - desconheço se no geral do país se apenas na Madeira - está a pressionar os seus trabalhadores no sentido de assinarem um documento através do qual aceitam permanecer 10 horas no local de trabalho, impedindo deste modo que os supermercados daquela rede, presumo eu, contratem mais pessoal.

Os que resistem são ameaçados com o aumento para 2 horas do tempo atribuído para almoço - e que é de 30m a 1 hora presentemente - o que implica a extensão do horário de trabalho diário na medida em que este intervalo não é acumulável com o horário de trabalho normal de 8 horas diárias.

Será que é por esta via que se motiva os trabalhadores e os mobiliza em torno de um projecto empresarial que, pelos vistos, embora tenha lucros não quer investir na criação de mais emprego como o poderia fazer?

Um particularidade para a Madeira ou uma orientação geral da empresa? E legal até que ponto?