Afonso inda existe tanta descriminação. Numa rua onde existe 3 escolas, podemos contemplar para onde está inclinado os olhos da entidade governamental da cidade do Funchal. Criou-se e bem uma enorme lomba/redução de velocidade. Para além desta medida, temos um agente PSP da área de TRÂNSITO a auxiliar outro colega nas mobilizações em frente ao Colégio . Ou seja vivemos numa cidade, onde as entidades privadas tem mais poder que as publicas, mas deixo aqui o meu desagrado. Suponho que humanamente as crianças são iguais, os pais são iguais, os funcionários são iguais, os docentes são iguais nas mesmas instituições, são simplesmente pessoas.... O que é que difere?? talvez a carteira ou a conta bancaria ou talvez estatuto. Este é o futuro que este senhores “políticos” querem construir. Como podemos examinar a instituição Colégio Santa Teresinha é a menos culpada, apenas zela pela segurança de todos os que frequentam esta escola, em especial os alunos. Solução, sejam imparciais e justos adaptando cada caso à sua realidade mas sempre em beneficio das crianças. Olhem para as outras escolas e analisem. Volto a citar que aquilo que foi feito na escola privada “ Colégio Santa Teresinha” está correto. Peço apenas um pouco de analogia em relação a este quadro. Um pensamento: imaginem uma criança que sai da escola da Pena de mão dada ao seu encarregado, com alguma dificuldade para chegar até ao carro, pois ficou mal parado e longe de uma passadeira. Já dentro da viatura, e na descida da Pena, alguns metros mais à frente a criança depara-se com uma fila de carros. Sem entender tal aparato ao se aproximar assiste um conjunto de coisas no qual fica confusa. Segundos depois surge a pergunta: Pai porquê que na minha escola é diferente?