Tony J.A. Não só desinformação como também uma forma de escape ao stress causado pela falta de emprego e ou precário, sonhos destroçados pela situação económica em que o País/RAM se encontram entre outros, fazem com que muitas pessoas usem esta janela de oportunidade “Refugiados/Migrantes” para se insurgirem contra o sistema politico/económico vigente. Estando de acordo com os sentimentos destas pessoas, não pactuo contudo com essas formas de expressar-se contra a Máfia no poder em Portugal, usando os Refugiados como desculpa, estas pessoas (Refugiados) têm-nos no lugar (se é que Me faço entender) pois percorrer “meio Mundo” para salvar a pele e a dos seus, sendo extorquido dos seus bens e poupanças por vigaristas sem princípios de dignidade Humana, arriscando morrer, mas sempre com a vida dos filhos em mente, em detrimento da sua própria é de louvar e fazer tudo para os ajudar. Naturalmente que existe sempre a possibilidade de neste enorme aluvião se encontrarem algumas ervas daninhas, mas aí as autoridades nos diversos Países têm o dever e responsabilidade de detectar essas aves de rapina, e já que mencionei “Aluvião” parece que alguns Madeirenses, Meus conterrâneos já se esqueceram do que aconteceu á um par de anos e das AJUDAS imediatas não só do Nosso País como ainda de Países estrangeiros, de forma a confortar da melhor maneira possível as famílias directamente envolvidas e que perderam Entes queridos, os seus haveres, tudo aquilo que trabalharam e construíram na sua vida perdendo num ápice tudo isso graças não só ao poder da Mãe Natureza bem como a incúria do homem. Como Português/Madeirense emigrado no Reino Unido, espero bem ter-vos elucidado e ajudado a perceber que todos Nós de uma forma ou de outra durante a nossa vida, ou somos forçados a abandonar as nossas raízes e a procurar porto seguro noutra parte do Planeta ou como Eu, simplesmente procuramos uma vida melhor, um futuro mais risonho, usei o termo “simplesmente” de propósito já que a Minha decisão de deixar para trás a Minha Terra e a situação destes refugiados, não tem paralelo.